O fenômeno Wordle: entenda o jogo de palavras que conquistou a internet

Wordle é um jogo diário de palavras, similar ao jogo de forca, que ganhou popularidade no final de 2021. Criado por Josh Wardle, um engenheiro de software do Brooklyn, o jogo oferece um desafio simples e viciante: adivinhar uma palavra de cinco letras em até seis tentativas, utilizando dicas baseadas em cores para ajustar suas suposições.

Como funciona o Wordle?

  1. A interface do jogo apresenta uma grade de 5×6 composta por caixas brancas.
  2. Primeira tentativa: você digita uma palavra inicial de cinco letras e pressiona “Enter”.
  3. Feedback por cores:
    • Verde: A letra está na palavra e na posição correta.
    • Amarelo: A letra está na palavra, mas em outra posição.
    • Cinza: A letra não faz parte da palavra.

O objetivo é usar essas pistas para adivinhar a palavra correta antes de esgotar as tentativas.\

Por que Wordle se tornou um sucesso?

  1. Experiência compartilhada: a palavra do dia é a mesma para todos os jogadores, criando uma sensação de comunidade.
  2. Simplicidade: um único jogo diário é suficiente para envolver os jogadores sem exigir grandes compromissos de tempo.
  3. Função de compartilhamento: Wordle permite que os jogadores publiquem suas conquistas como grades coloridas de emojis, incentivando conversas e interações nas redes sociais.

Há um aplicativo oficial do Wordle?

Não. Wordle é exclusivamente um jogo baseado em navegador, disponível aqui. Qualquer aplicativo encontrado nas lojas digitais é uma cópia não oficial.

A história por trás do Wordle

Josh Wardle criou o jogo como uma diversão privada para sua parceira, que ama jogos de palavras. Após o sucesso com amigos e familiares, ele disponibilizou o Wordle publicamente em outubro de 2021. A simplicidade e o caráter gratuito do jogo conquistaram milhões de jogadores rapidamente.

Atualmente, o Wordle é um ótimo exemplo de como a simplicidade pode criar um fenômeno global. Seu design minimalista, aliado à capacidade de unir pessoas em uma experiência compartilhada, o torna um jogo perfeito para o ambiente digital.

Desenvolvedor cria o Ente, alternativa ao Google Photos com maior privacidade

O engenheiro de software Vishnu Mohandas, motivado por preocupações éticas e de privacidade, decidiu abandonar sua posição no Google em 2020 e criar uma alternativa ao Google Photos. Mohandas ficou desconfortável com o envolvimento da empresa em projetos de IA, incluindo um que analisava imagens de drones para o governo dos EUA, e temia que os dados de usuários, como suas fotos, pudessem ser usados para treinar sistemas de inteligência artificial de maneiras imprevisíveis.

O nascimento do Ente: uma alternativa privada

Mohandas desenvolveu o Ente, um serviço pago de armazenamento e compartilhamento de fotos que utiliza código aberto e criptografia de ponta a ponta, prometendo maior privacidade. Atualmente, o Ente é rentável e conta com mais de 100 mil usuários, sendo popular entre aqueles preocupados com segurança e privacidade de dados. No entanto, Mohandas encontrou dificuldades para convencer um público mais amplo a abandonar as conveniências do Google Photos.

O experimento Theyseeyourphotos

Para ilustrar os riscos do uso de fotos no Google Photos, a equipe do Ente lançou o site Theyseeyourphotos.com. A plataforma permite que usuários carreguem uma foto para análise por um programa de visão computacional do Google Cloud. Os resultados incluem descrições detalhadas e até interpretações contextuais, como a expressão emocional dos sujeitos ou características como horário e local estimados.

Por exemplo, uma foto pessoal de Mohandas foi descrita com detalhes surpreendentes, como o modelo do relógio usado por sua esposa e associações inesperadas, como ligações históricas do modelo do relógio com extremistas islâmicos. Após ajustes, o site agora retorna descrições menos polêmicas, mas ainda assustadoramente detalhadas.

Críticas e preocupações éticas

Embora o Google afirme que os uploads no Google Photos são usados apenas para melhorar funções da plataforma, como organização e busca, os dados não são criptografados de ponta a ponta, permitindo que a empresa tenha acesso total às imagens. Mohandas alerta que fotos armazenadas hoje podem ser exploradas décadas no futuro por empresas ou indústrias para criar perfis psicológicos detalhados de indivíduos.

Desafios e limitações do Ente

  • Migração complicada: Mohandas afirma que o Google dificulta a transferência de bibliotecas de fotos, fragmentando arquivos e reduzindo sua qualidade.
  • Recursos limitados: por ser uma plataforma menor, o Ente ainda não oferece funcionalidades avançadas de busca ou compartilhamento comparáveis ao Google Photos.
  • Risco de perda de acesso: como a senha do usuário funciona como chave de criptografia, esquecê-la pode significar a perda total da biblioteca de fotos.

Apesar dessas limitações, Mohandas confia no Ente para armazenar suas fotos pessoais e de sua família, reforçando seu compromisso com um serviço ético e transparente.

Mohandas reconhece que pode parecer excessivamente paranoico, mas acredita que a cautela é necessária frente às incertezas sobre como dados visuais podem ser utilizados no futuro. Para ele, o Ente é uma forma de oferecer às pessoas um controle maior sobre seus dados e uma alternativa confiável em um cenário digital dominado por gigantes como o Google.

Spotify Wrapped 2024: tudo o que você precisa saber sobre a retrospectiva mais aguardada

Se você é usuário do Spotify, já deve estar contando os dias para o lançamento do Spotify Wrapped 2024, uma das experiências mais esperadas pelos fãs de música ao final de cada ano.

O que é o Spotify Wrapped?

Lançado em 2016, o Spotify Wrapped é uma retrospectiva anual personalizada que apresenta suas principais tendências musicais no Spotify, como artistas, músicas e álbuns mais ouvidos. Além disso, a plataforma cria uma playlist com as suas 100 músicas favoritas do ano, permitindo reviver os melhores momentos sonoros de 2024.

Quando o Spotify Wrapped será lançado em 2024?

Embora o Spotify nunca revele a data exata de lançamento, historicamente o Wrapped é disponibilizado na semana após o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. Em 2023, por exemplo, foi lançado na quarta-feira pós-feriado, então podemos esperar algo semelhante este ano.

Se você está ansioso, fique de olho no aplicativo e nas redes sociais do Spotify para atualizações. Aproveite para relembrar as músicas que marcaram seu ano e se prepare para descobrir surpresas sobre os seus hábitos musicais!

Death Clock: aplicativo de IA prevê data de falecimento e possíveis causas

A tecnologia de inteligência artificial pode ter seus críticos, mas não se pode negar que ela está sendo usada de formas criativas, como prever o fim da nossa vida. O Death Clock, um aplicativo desenvolvido por Brent Franson, criador do rastreador de hábitos Most Days, promete analisar dados de saúde e comportamento para estimar a data da sua morte e a causa mais provável.

Como funciona o Death Clock?

O site do Death Clock descreve sua função: “A IA do Death Clock analisa suas escolhas de vida para determinar quando você morrerá e como melhorar seus hábitos para viver ainda mais.” A previsão inicial é gratuita, mas, para descobrir como prolongar sua vida, é necessário assinar o plano anual de US$ 79,98.

O processo é simples: os usuários respondem a uma série de perguntas relacionadas à saúde, idade, estilo de vida e hábitos alimentares. Com base nas respostas, o aplicativo apresenta uma data específica de falecimento e as condições de saúde que podem ser responsáveis.

O quão confiável é a previsão?

Embora o Death Clock afirme usar estatísticas de mais de 1.200 estudos, incluindo pesquisas de Stanford, Berkeley e UCLA, algumas lacunas no questionário levantam dúvidas sobre sua precisão. Por exemplo, não foram feitas perguntas detalhadas sobre histórico familiar de saúde, hábitos de transporte ou hobbies arriscados, fatores que certamente impactam a expectativa de vida. Os dados estatísticos, por sua vez, estão bastante baseados em dados da população estadunidense, o que tende a diminuir as chances de acerto em outras geografias.

Mais do que um presságio, uma ferramenta de saúde

Apesar do tom sombrio, o aplicativo parece funcionar mais como um incentivo para a melhoria de hábitos do que como uma predição infalível. Com a versão paga, o usuário recebe orientações sobre como ajustar aspectos do estilo de vida para potencialmente viver mais e com mais saúde.

O Death Clock pode ser visto menos como um prenúncio de morte e mais como uma ferramenta de autocuidado. Afinal, aproveitar ao máximo o tempo que temos é sempre uma boa ideia.

Para saber mais, visite o site oficial do Death Clock.

Nova caixa de som da Transparent foi inspirada na arquitetura brutalista

O design da mais recente caixa de som sem fio da Transparent é completamente oposto ao estilo dos alto-falantes transparentes de vidro que originalmente impulsionaram a marca. A caixa Brutalist é feita de alumínio e mede aproximadamente 23 polegadas de altura. Sem contexto, ela poderia ser facilmente confundida com uma torre de escritório minimalista projetada por um arquiteto ainda inspirado pelo estilo pós-guerra britânico.

A caixa de som possui dois tweeters de três polegadas posicionados em ângulos de 90 graus, além de um subwoofer de 6,5 polegadas na lateral oposta. A Transparent sugere que o design é mais eficiente em preencher um ambiente com som quando o alto-falante é posicionado em um canto, para aproveitar a reflexão do som pelas paredes. Porém, seja qual for o local escolhido, é necessário um ponto de energia próximo, já que o dispositivo não possui bateria. Com 12 kg, a caixa já é pesada o suficiente.

O desenvolvimento da Brutalist levou três anos, mas boa parte dos desafios veio da decisão da Transparent de fabricá-la com 70% de alumínio reciclado pós-consumo. “Claro, gastamos muito tempo na fabricação para aperfeiçoar os diferentes módulos, garantindo que tudo funcionasse bem e tivesse ótima qualidade sonora, mas, na verdade, o fornecimento do alumínio reciclado para o gabinete não foi fácil,” disse Per Brickstad, diretor criativo da Transparent, em entrevista à Wired.

X / Twitter alega ser proprietário de todas as contas presentes em sua plataforma

A rede social X / Twitter está no centro de uma controvérsia jurídica após alegar, em uma ação judicial, ser a “dona única” de todas as contas na plataforma. O caso envolve a venda do Infowars, um veículo de extrema-direita associado a teorias da conspiração, que incluiria a transferência de contas da rede social para novos proprietários.

A declaração de propriedade das contas pelo X causou surpresa, pois a plataforma raramente intervém em negociações externas que envolvem a transferência de perfis de redes sociais durante mudanças de controle corporativo. Contudo, o caso ganhou relevância devido ao alinhamento político entre Elon Musk, proprietário da plataforma, e Alex Jones, fundador do Infowars. A rede social agora se recusa a transferir o controle das contas para os novos donos.

Contexto legal e argumentos

Segundo documentos obtidos pelo site 404 Media, os advogados do X argumentam que transferir as contas prejudicaria a “propriedade legítima” da empresa sobre os perfis, considerados “propriedade licenciada” de usuários. Eles citam os termos de serviço da plataforma, nos quais os usuários concordam, ao se cadastrar, que não são donos dos perfis.

Um precedente citado pela defesa refere-se a uma empresa farmacêutica que, mesmo em processo de falência, não precisou transferir uma conta usada para divulgar novidades da marca.

A venda do Infowars

O Infowars, popular na década passada por espalhar teorias conspiratórias e incitar ódio, foi liquidado após Alex Jones declarar falência. Jones foi condenado a pagar mais de US$ 1,5 bilhão por danos morais em um processo movido por pais de vítimas do tiroteio na escola Sandy Hook, que ele alegou ser uma encenação com “atores contratados”.

Agora, o The Onion, um site satírico conhecido por criticar o conservadorismo, está tentando adquirir o conglomerado de mídia em leilão. Contudo, a resistência do X à transferência das contas do Infowars para novos donos trouxe à tona a controvérsia sobre a gestão e propriedade de perfis na plataforma.

Relação entre Musk e Jones

Desde que comprou o X em 2022, Elon Musk reverteu o banimento de Alex Jones na plataforma e frequentemente interage com ele. A relação próxima entre ambos levanta questionamentos sobre o papel das inclinações políticas de Musk na decisão de bloquear a transferência das contas.

Huawei planeja contar com 100 mil aplicativos disponíveis em seu sistema operacional

A Huawei anunciou no último sábado, 23 de novembro, uma ambiciosa meta de alcançar 100 mil aplicativos disponíveis no sistema operacional Harmony nos próximos meses. A iniciativa representa um marco importante para a empresa, que busca fortalecer seu ecossistema após enfrentar restrições impostas pelos Estados Unidos, que impediram o acesso ao sistema Android, da Google.

Atualmente, o HarmonyOS conta com cerca de 15 mil aplicativos, atendendo principalmente às necessidades básicas dos consumidores. Contudo, o presidente da Huawei, Xu Zhijun, destacou durante uma conferência a necessidade de ampliar o catálogo com aplicativos personalizados e de nicho para tornar o sistema mais atrativo e competitivo.

Origem do HarmonyOS

O sistema foi apresentado em agosto de 2019, poucos meses após a inclusão da Huawei na lista negra comercial dos EUA, sob alegações de risco à segurança. A medida acelerou os esforços da empresa para desenvolver um sistema operacional próprio, visto como alternativa ao Android.

Xu reconheceu que as sanções dos EUA forçaram a Huawei a buscar autossuficiência tecnológica, mas ressaltou a importância de um ecossistema robusto: “Nenhum sistema operacional tem valor sem usuários”, afirmou, convocando consumidores e desenvolvedores a contribuírem para o crescimento da plataforma.

Estratégia e ambições

A Huawei enxerga no HarmonyOS uma oportunidade estratégica para mitigar os impactos das tensões entre EUA e China no setor tecnológico. Com presença consolidada em áreas como smartphones e laptops, a empresa agora busca expandir seu alcance e oferecer uma experiência independente e inovadora.

A frase de Xu, “Sem caminho de volta, chega-se à vitória”, reflete a determinação da Huawei em superar os desafios e criar um ecossistema competitivo e sustentável.

Essa meta não apenas demonstra a resiliência da Huawei diante das adversidades, mas também reforça a crescente importância de alternativas ao domínio tecnológico ocidental no mercado global.

Segundo analista, iPhone 17 Air irá “revolucionar o mercado”

A Apple está se preparando para revolucionar o mercado de smartphones com o iPhone 17 Air, previsto para ser lançado em setembro de 2025. O modelo promete um design ultrafino de apenas 6mm de espessura, superando o recorde atual do iPhone 6 (6,9mm). A novidade foi divulgada pelo analista Jeff Pu em nota à Haitong International Securities, segundo o site especializado MacRumors.

Design renovado

O iPhone 17 Air será aproximadamente 25% mais fino que os modelos da linha iPhone 16, cujas espessuras variam entre 7,8mm (versões padrão e Plus) e 8,25mm (Pro e Pro Max). A Apple aposta em um dispositivo mais leve e confortável, buscando atender aos consumidores que preferem aparelhos mais compactos em meio à tendência de smartphones cada vez mais robustos.

Apesar do design impressionante, a Apple enfrentará o desafio de equilibrar a redução de tamanho com a capacidade da bateria e a inclusão de componentes essenciais. No entanto, a empresa já demonstrou sua habilidade em criar dispositivos compactos, como o iPod nano (5,4mm) e o iPad Pro de 13 polegadas (5,1mm).

Desafios e expectativas

Uma das principais dúvidas é como a Apple conseguirá gerenciar a duração da bateria em um dispositivo tão fino. Além disso, o modelo se posiciona como uma alternativa aos modelos Pro, focando em usuários que buscam modernidade e leveza, mas sem abrir mão da performance.

Se confirmado, o iPhone 17 Air pode atrair tanto usuários nostálgicos quanto consumidores em busca de inovação no design de smartphones.

Lançamento e disponibilidade

A apresentação oficial do iPhone 17 Air é esperada para setembro de 2025, durante o evento anual da Apple. Até lá, as especificações podem sofrer ajustes, mas o modelo já desperta grande curiosidade e debate sobre o futuro dos smartphones ultrafinos.

Fontes internas garantem que Sony está trabalhando em um PS5 portable

A Sony está nos estágios iniciais de desenvolvimento de um console portátil capaz de rodar jogos do PlayStation 5 (PS5 portable), segundo informações da Bloomberg. Fontes anônimas familiarizadas com o projeto afirmam que o dispositivo ainda está a “anos de seu lançamento”.

Essa notícia surge menos de um ano após o lançamento do PlayStation Portal, um dispositivo portátil da Sony projetado para transmitir jogos de PS5 dentro da mesma rede local. Recentemente, a Sony atualizou o firmware do Portal, permitindo que assinantes do PlayStation Plus transmitam jogos diretamente dos servidores da empresa em até 1080p e 60 fps.

Enquanto isso, o sucessor do Nintendo Switch, que será anunciado em breve, deve seguir a linha híbrida de console e portátil popularizada pela Nintendo.

O histórico da Sony em consoles portáteis

A Sony entrou no mercado de portáteis em 2005 com o PlayStation Portable (PSP), que utilizava discos ópticos no formato proprietário UMD. Em 2012, lançou o PlayStation Vita, um console bem recebido por suas inovações, como analógicos completos e tela de alta resolução, mas que não conseguiu competir com o sucesso de vendas das linhas Nintendo DS e 3DS.

O desafio de criar um PS5 portátil

Com o sucesso do Nintendo Switch e o surgimento de dispositivos como o Steam Deck, os consoles portáteis voltaram a ganhar destaque. A capacidade de jogar em movimento com resoluções em HD e sem depender de uma TV tem atraído um público que busca experiências práticas, mesmo sem gráficos de altíssima fidelidade.

Embora a ideia de compactar o hardware do PS5 em um dispositivo portátil pareça desafiadora, a Sony já conseguiu reduzir o tamanho do console em versões mais recentes, como o PS5 Pro. Um PS5 portátil também poderia operar com gráficos em resoluções mais baixas, como 1080p, reduzindo as exigências de hardware e tamanho físico, similar ao que a Microsoft alcançou com o Xbox Series S em relação ao Series X.

Tendências do mercado

Desde seu lançamento em 2020, o PS5 vendeu 56 milhões de unidades. No entanto, o uso ativo do console ainda é comparável ao do PS4, indicando que muitos jogadores ainda não fizeram a transição para a nova geração. Um PS5 portátil poderia atrair esse público, além de atender à demanda crescente por experiências móveis e flexíveis no mercado de jogos.

Com concorrentes como Microsoft e Nintendo também investindo nesse segmento, a aposta da Sony em um console portátil parece um movimento estratégico em um mercado cada vez mais competitivo e voltado para a mobilidade.

Falha nos sistemas da Microsoft afeta usuários do Outlook e do Teams

Na virada de domingo para segunda-feira, uma falha no sistema da Microsoft afetou usuários do Outlook e do Teams, interrompendo o uso dessas ferramentas essenciais para comunicação e colaboração. A empresa reconheceu o problema e informou que está trabalhando em uma solução, embora esteja enfrentando “atrasos em seus esforços de recuperação.”

A conta oficial da Microsoft 365 na rede X (antigo Twitter) comunicou que identificou uma alteração recente como a provável causa do impacto, embora detalhes específicos sobre o erro ainda não tenham sido divulgados.

Coincidentemente, a Microsoft lançou hoje o recurso de IA Recall, em modo de pré-visualização para Windows Insiders. O Recall faz capturas incrementais da tela do usuário, e grandes implementações como essa podem, por vezes, estar associadas a falhas generalizadas.

Usuários recorreram à rede X para expressar frustração por não conseguirem acessar ferramentas básicas como o Outlook para enviar e-mails e o Teams para chamadas de vídeo.

Apesar de sinais de que o problema esteja se normalizando, a Microsoft ainda não confirmou uma solução definitiva.

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