ESPN dos EUA testa apresentador digital FACTS alimentado por inteligência artificial

A ESPN está testando um avatar gerado por IA chamado FACTS, desenvolvido para o programa de futebol universitário SEC Nation, exibido aos sábados na programação estadunidense. O recurso simula um apresentador, nos moldes da brasileira Magalu, mas com capacidade de analisar dados e emitir opiniões por sua integração com inteligência artificial.

O avatar utiliza informações do ESPN Analytics, como o Football Power Index (FPI), estatísticas de jogadores e equipes, além de cronogramas de jogos. Embora ainda não tenha sido apresentado oficialmente, o conceito sugere uma versão automatizada do icônico estatístico da ESPN, Howie Schwab, que também estrelou o game show dos anos 2000, Stump the Schwab.

A ESPN já utiliza IA generativa em seu site, criando resumos de jogos, como os relatórios sobre futebol feminino, lacrosse e Premier League. O FACTS, porém, ainda está em fase de desenvolvimento, e a emissora não revelou quando ele será introduzido na programação.

O avatar é alimentado pela tecnologia ACE (Avatar Cloud Engine) da Nvidia, em integração com o Azure OpenAI para processamento de linguagem natural, além do ElevenLabs para conversão de texto em fala.

Durante o anúncio feito na ESPN Edge Innovation Conference, a empresa enfatizou que o FACTS não é uma tentativa de substituir jornalistas ou outros talentos da emissora. Segundo a emissora, o avatar tem o objetivo de promover educação e entretenimento no segmento de análises esportivas. O recurso busca testar inovações e tornar os dados analíticos da ESPN mais acessíveis aos fãs de maneira interativa e divertida.

Google Workspace permitirá criação de imagens de apoio através de IA

O Google Workspace está lançando um gerador de imagens com IA baseado na tecnologia Gemini, integrado diretamente ao Google Docs. Esse recurso permite criar rapidamente visuais para documentos, funcionando essencialmente como uma ferramenta de clip art. A funcionalidade segue os passos do recurso de arte gerada por IA que a Microsoft já oferece em seus produtos do Office.

O gerador de imagens no Google Docs já está disponível para alguns usuários com contas pagas do Workspace que incluem os add-ons Gemini Business, Enterprise, Education, Education Premium ou Google One AI Premium. Para utilizar, basta acessar o menu: Inserir > Imagem > Ajude-me a criar uma imagem. Isso abrirá uma barra lateral onde é possível descrever a imagem desejada e escolher o estilo artístico, como “Fotografia” ou “Esboço”.

Além disso, o gerador oferece opções de proporções, permitindo criar imagens quadradas, horizontais ou verticais para se adequar ao layout do documento. Há também suporte para imagens de capa em tela cheia em documentos sem margens.

A funcionalidade utiliza o Imagen 3, o mais recente modelo de geração de imagens da Google, que promete maior detalhamento, iluminação aprimorada e menos artefatos visuais em comparação às versões anteriores. No ano passado, o Google Slides já havia recebido um gerador de slides integrado, alimentado pelas ferramentas de IA Duet.

O recurso tem prazo de até deve estar disponível para todos os usuários até 16 de dezembro.

O que causou o bug do Nubank?

O Nubank enfrentou um erro significativo no sistema durante a noite de quinta-feira e a madrugada de sexta-feira da última semana, o que permitiu saques indevidos em caixas eletrônicos na função crédito, mesmo sem saldo ou limite disponível nas contas dos usuários. Além disso, o problema afetou o saque convencional na função débito, deixando o serviço indisponível para alguns clientes, enquanto outros relataram cobranças duplicadas na fatura e notificações de compras já pagas.

O que aconteceu?

Relatos nas redes sociais indicaram que alguns correntistas do banco conseguiram retirar dinheiro além do permitido pelo limite de crédito, enquanto o saque via débito ficou indisponível. A falha no sistema gerou um aumento nas buscas online com termos como “bug Nubank hoje” e “Nubank bugado”. Imagens publicadas mostraram filas em caixas eletrônicos, sugerindo que o erro foi amplamente explorado por usuários.

Respostas do Nubank

O Nubank foi procurado para esclarecimentos sobre o incidente, mas não revelou a causa exata do problema ou como pretende lidar com os saques indevidos. Em um comunicado inicial, às 11h53, a empresa afirmou que o saque via débito havia sido normalizado e que trabalhava para resolver a questão do saque via cartão de crédito. Mais tarde, às 14h30, a instituição declarou que o problema ocorreu devido a uma oscilação no sistema durante a madrugada, mas que o serviço já havia sido restabelecido.

Sobre as cobranças duplicadas nas faturas, o banco informou que não comenta casos específicos, citando a preservação do sigilo bancário. A instituição ressaltou que está disponível para atender os clientes por meio de seus canais oficiais.

Como funciona o saque no cartão de crédito do Nubank?

A modalidade de saque no cartão de crédito é oferecida como uma alternativa para clientes que precisam de dinheiro físico, funcionando como um empréstimo. O valor retirado é registrado na fatura e sujeito a juros de 9,75% ao mês. O limite é restrito a 15% do crédito disponível, com um teto de R$ 2.500 por ciclo de fatura.

Essa funcionalidade é recomendada pelo banco apenas em casos excepcionais, como em compras em locais que não aceitam cartões ou durante viagens ao exterior.

Repercussão nas redes sociais

O incidente gerou intensa repercussão nas redes, com usuários compartilhando vídeos e imagens de filas em caixas eletrônicos, além de relatos de confusão e reclamações sobre o sistema. O caso chamou atenção por evidenciar possíveis falhas de segurança e controle do sistema bancário.

Embora o Nubank tenha se comprometido a resolver as falhas, o episódio levanta questões sobre a vulnerabilidade dos sistemas digitais e os riscos associados a erros operacionais.

Relatório NordPass alerta para as senhas mais populares e inseguras de 2024

A NordPass, serviço de gerenciamento de senhas, revelou seu relatório anual destacando as combinações mais comuns e vulneráveis utilizadas globalmente em 2024. A pesquisa foi baseada em senhas roubadas por malwares ou expostas em vazamentos, utilizando bases de dados publicamente disponíveis ou na dark web. O objetivo é alertar os usuários sobre a fragilidade de determinadas escolhas e incentivar a adoção de práticas mais seguras.

As senhas mais utilizadas globalmente seguem um padrão previsível e são, de acordo com o relatório, as mais fáceis de serem descobertas. No topo da lista estão combinações como “123456”, “password” e “qwerty123”, que podem ser quebradas por invasores em menos de um segundo com ferramentas automatizadas. Esse cenário reflete o uso de combinações óbvias e de fácil dedução. No Brasil, o panorama não é muito diferente. A lista brasileira inclui “123456”, “Brasil” e “admin”.

O relatório destacou ainda as senhas mais comuns no ambiente corporativo, um setor onde a segurança deveria ser prioritária. Muitos sistemas geram senhas automáticas baseadas em nomes de usuários, como “gabriel” e “123mudar”, sem a exigência de uma troca imediata pelo colaborador. Esse padrão compromete a segurança de sistemas críticos e aumenta o risco de invasões.

Para se proteger, é essencial evitar combinações simples e previsíveis, utilizar ferramentas de gerenciamento de senhas, adotar autenticação de dois fatores e priorizar senhas únicas para cada serviço. A conscientização é fundamental, especialmente em um cenário onde invasores utilizam métodos cada vez mais sofisticados para acessar dados pessoais e corporativos.

Lei das Bets enfrenta contestação da PGR por inconstitucionalidade

Menos de um ano após a sanção da Lei das Bets pelo presidente Lula, a Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar sua validade. Segundo Paulo Gonet, procurador-geral da República, a legislação apresenta lacunas que comprometem direitos fundamentais e os princípios econômicos do país, expondo a população a riscos sociais significativos.

A ação, protocolada na última segunda-feira (11), também inclui a lei 13.756/2018, que legalizou as apostas esportivas de quota fixa. Gonet argumenta que a legislação permite uma exploração descontrolada do setor, facilitando abusos e expondo consumidores, especialmente os mais vulneráveis, a práticas consideradas predatórias.

Impactos sociais e econômicos em foco

Para a PGR, as apostas esportivas se tornaram uma ameaça não apenas econômica, mas também social. A falta de mecanismos de proteção robustos, associada à ausência de critérios claros para regular as operadoras, representa um risco para direitos fundamentais como saúde, alimentação e a proteção de grupos vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas com deficiência.

Um dado alarmante reforça essa visão: somente em agosto, beneficiários do programa Bolsa Família destinaram cerca de R$ 3 bilhões às apostas esportivas. Para Gonet, essa prática demonstra o impacto desproporcional das apostas sobre famílias de baixa renda, configurando um desequilíbrio entre o entretenimento oferecido e as consequências econômicas e sociais geradas.

Dificuldades de fiscalização e arrecadação

Um dos principais desafios apontados pela PGR é o fato de que muitas empresas do setor estão sediadas no exterior, dificultando a fiscalização e a arrecadação tributária. Essa dinâmica enfraquece o controle estatal e reduz a eficácia das tentativas de regulamentação. Além disso, a PGR critica a ausência de políticas efetivas para evitar práticas abusivas e para assegurar o uso ético das plataformas de apostas.

Apesar dos esforços do governo federal, que publicou uma lista com cerca de 200 plataformas autorizadas a operar no Brasil, a eficácia dessas medidas ainda é limitada. O presidente Lula já sinalizou que, caso não haja avanços na regulamentação, poderá reverter a liberação das apostas esportivas.

Caminhos possíveis para o futuro do mercado de apostas

A ação da PGR levanta questões cruciais sobre o futuro das apostas esportivas no Brasil. Entre os principais pontos de atenção estão:

  1. Proteção aos consumidores: É essencial criar medidas que limitem os danos sociais, especialmente entre os mais vulneráveis.
  2. Fiscalização e tributação eficazes: Regular empresas estrangeiras será fundamental para garantir a arrecadação e evitar a evasão fiscal.
  3. Impacto social sustentável: É necessário um equilíbrio entre o potencial de arrecadação e os riscos de dependência e endividamento que afetam milhões de famílias.

A iniciativa da PGR reacende o debate sobre o papel do Estado na regulação de mercados de alto impacto social. Caso o STF aceite o pedido, o Brasil poderá enfrentar mudanças significativas na operação e na regulamentação das apostas esportivas, influenciando não apenas o mercado local, mas também o modo como o país se posiciona diante de indústrias com alta complexidade regulatória.

Nova atualização consegue melhorar o Kindle Paperwhite

O Kindle Paperwhite continua a se destacar como uma das melhores opções de e-reader disponíveis no mercado, especialmente após a atualização de 2024. Com melhorias em desempenho e tela, o dispositivo reafirma sua posição como líder entre os dispositivos de leitura digital, mesmo com alguns pontos que poderiam ser aprimorados.

A nova versão do Kindle Paperwhite chega com uma tela maior, de 7 polegadas, mantendo a resolução de 300 dpi e oferecendo uma experiência de leitura confortável em qualquer ambiente, seja sob a luz do sol ou em um quarto escuro. Seu preço de lançamento nos Estados Unidos é de $159,99 para a versão com anúncios, enquanto o modelo sem anúncios custa $179,99. Além disso, o produto apresenta um design leve, compacto e resistente à água (IPX8), com opções de cores como preto, framboesa e jade.

Uma das principais melhorias após a atualização está na velocidade do dispositivo. Com um aumento de 25% no desempenho em relação à geração anterior, o Kindle Paperwhite garante uma navegação fluida, reduzindo significativamente os atrasos entre mudanças de página ou abertura de livros. Embora a atualização não seja tão perceptível para quem já possui o modelo anterior, ela oferece uma experiência aprimorada para novos usuários.

O Kindle também é uma alternativa econômica para leitores frequentes. Com e-books geralmente mais baratos do que livros físicos, ele se paga ao longo do tempo. O dispositivo é compatível com a integração Libby, que permite importar livros de bibliotecas públicas diretamente para o e-reader, ainda que muitos dos títulos deste recurso possam ser lidos apenas em inglês. Além disso, serviços como o Kindle Unlimited oferecem acesso a uma vasta seleção de títulos por uma assinatura mensal, enquanto o programa First Reads dá aos membros Prime acesso antecipado a e-books gratuitamente.

Comparado ao modelo Signature Edition, o Kindle Paperwhite oferece uma vantagem notável: sua tela de bloqueio impede ativações acidentais, algo que pode acontecer com a versão sem anúncios. No entanto, a posição do botão de energia na parte inferior do dispositivo continua sendo um incômodo, e a falta de botões físicos para virar páginas — presentes no descontinuado Kindle Oasis — é uma ausência sentida.

Apesar dessas pequenas desvantagens, o Kindle Paperwhite permanece como a melhor opção de e-reader no mercado atualmente. Seu equilíbrio entre custo, desempenho e recursos faz dele uma escolha excelente para leitores digitais de todos os níveis. Com a atualização de 2024, ele reafirma sua posição como líder no segmento, mesmo enquanto deixa algumas oportunidades de melhoria para futuras edições.

Stephen King reaparece no X/Twitter após rumores sobre a suspensão de sua conta

Nos últimos dias, circularam rumores de que Stephen King teria sido banido da plataforma X (antigamente conhecida como Twitter) após fazer uma piada chamando Elon Musk de “primeira-dama de Donald Trump”. A conta do escritor de terror, no entanto, continuou ativa, e nenhuma publicação com esse teor foi encontrada em seu perfil.

Embora King seja conhecido por criticar Musk frequentemente, incluindo sua associação com Trump, o próprio autor esclareceu a situação. Na última quarta-feira, ele usou o X para desmentir os rumores:

“Ouvi dizer que há um boato de que eu chamei o Musk de nova primeira-dama de Trump. Não o fiz, mas apenas porque não pensei nisso”, escreveu King. “Também há um boato de que o Muskie me expulsou do Twitter. No entanto, aqui estou eu.”

Com isso, fica claro que King não foi banido e que ele não pretende moderar suas críticas a Musk tão cedo.

Microsoft tenta forçar a migração para o Edge e causa mal-estar entre usuários

A Microsoft continua adotando táticas controversas para tentar atrair usuários do Chrome para o seu navegador Edge. Segundo um artigo do The Verge, uma nova atualização do Edge está configurada para iniciar automaticamente no sistema e oferecer a opção de importar abas e dados do Chrome, algo que já havia causado polêmica anteriormente.

Comportamento do Edge e novas táticas

Segundo relataram alguns usuários, houve casos recentes de abertura automática do Edge durante a inicialização do Windows, com uma mensagem padrão que prometia melhorar a “experiência de navegação” dos usuários. Essa sugestão, detalhava a mensagem, incluía a importação de dados do Chrome. Nessa mensagem, o botão de confirmação era destacado em azul, enquanto a opção de fechar o pop-up aparecia como um pequeno “X” branco, dificultando a rejeição.

Segundo a Microsoft, trata-se de uma notificação para oferecer aos usuários a “escolha” de importar seus dados. No entanto, críticas apontam que a prática pode ser vista como uma forma de enganar os usuários a migrar para o Edge.

Histórico de práticas polêmicas

Desde o lançamento da versão baseada em Chromium do Edge em 2020, a Microsoft tem adotado estratégias agressivas para impulsionar seu uso. Entre as práticas destacadas:

  • Atualização automática do Edge após atualizações do Windows.
  • Bloqueio de ferramentas como o EdgeDeflector, que permitia usar navegadores diferentes no Windows 11.
  • Barreiras para mudar o navegador padrão no sistema operacional.
  • Mensagens emergentes desencorajando o download do Chrome.
  • Respostas falsas geradas por IA no Bing para favorecer o Edge.

Essas ações têm gerado desconfiança por parte dos usuários, que veem as tentativas como intrusivas e potencialmente prejudiciais à experiência de navegação.

Impacto na confiança dos consumidores

A insistência da Microsoft em promover o Edge tem afetado a percepção dos usuários em relação ao navegador, ao Windows 11 e até mesmo às iniciativas da empresa em inteligência artificial. A controvérsia em torno do Recall, por exemplo, destacou como essas práticas podem prejudicar a imagem da empresa, especialmente no momento em que tenta integrar IA de forma mais ampla nos seus produtos.

Essas abordagens agressivas levantam questões sobre os limites éticos e de transparência nas estratégias de marketing tecnológico, particularmente em um mercado onde a escolha do consumidor deveria ser soberana.

Apple deve lançar câmera inteligente para residências

A Apple parece estar expandindo sua linha de produtos para além de iPhones e MacBooks com o desenvolvimento de sua primeira câmera inteligente para residências, de acordo com informações do renomado analista Ming-Chi Kuo, publicadas no Medium. O processo de pesquisa e produção do item, no entanto, deve ser finalizado apenas em 2026. A empresa promete trazer integração com o ecossistema da Apple e funcionalidades avançadas.

O que sabemos sobre a câmera inteligente da Apple

Conforme relatado por Kuo, a nova câmera se conectará sem fio a outros dispositivos da Apple, uma característica já comum em tecnologias domésticas inteligentes. Além disso, o produto contará com funcionalidades do Siri e da Apple Intelligence, a ferramenta de inteligência artificial da empresa, embora detalhes sobre essas capacidades ainda não tenham sido revelados.

Especulações sobre o design e o propósito da câmera continuam em aberto. Não está claro se o produto será semelhante às câmeras de segurança usadas em campainhas inteligentes, como as da Ring, ou se terá um enfoque diferente e menos associado à vigilância direta.

O contexto da expansão

Com a chegada de produtos como a câmera inteligente, a Apple parece seguir uma tendência de mercado em que dispositivos domésticos inteligentes ganham protagonismo. O lançamento planejado para 2026 reforça o compromisso da empresa em diversificar seu portfólio e aumentar a integração entre os produtos do ecossistema Apple.

RD Station quer inteligência artificial integrada e invisível

A RD Station, reconhecida por suas soluções de automação de marketing, avança em um plano estratégico para tornar a inteligência artificial (IA) central e praticamente imperceptível no uso diário de suas ferramentas. Conforme descrito por Bruno Ghisi, CTO da empresa, em entrevista ao IT Forum, a IA na RD Station é tratada como um meio essencial para viabilizar funcionalidades, sem ser o foco final. “A inteligência artificial é o meio, não o fim,” enfatiza Ghisi.

A evolução da IA na RD Station: o MentorIA

O motor de IA da RD Station, batizado de MentorIA, já desempenha um papel crucial na oferta de produtos da empresa, dividindo-se em três frentes principais:

  1. IA integrada aos produtos: Recursos como geração de conteúdo, automação de atendimento e análise de dados recebem o selo MentorIA, indicando o uso de IA.
  2. Criação de conteúdos otimizados: A IA apoia desde a criação de títulos de posts até roteiros de vídeos, economizando tempo e aumentando a produtividade.
  3. Agentes especializados: Sistemas baseados em IA adaptam-se às necessidades específicas dos clientes e seus setores, oferecendo suporte customizado.

Integração com o WhatsApp e facilidades para os clientes

Um dos destaques da estratégia é a integração com o WhatsApp, ferramenta amplamente usada no Brasil. A funcionalidade permite que vendedores atualizem CRMs, registrem oportunidades de negócios e disparem campanhas diretamente pelo aplicativo, inclusive por comandos de voz. A parceria com a Meta posiciona a RD Station como um diferencial em produtividade, aproveitando a familiaridade dos clientes com a plataforma.

IA como camada invisível no futuro das empresas

Bruno Ghisi acredita que a IA generativa será tão naturalizada no futuro que os usuários não perceberão que estão interagindo com máquinas. A meta da RD Station é expandir a IA para personalizar ainda mais suas ferramentas, tornando-as acessíveis a pequenos empreendedores e grandes corporações. “Estamos caminhando para um cenário onde a inteligência artificial será absorvida pelas operações sem a necessidade de diferenciação,” comenta Ghisi.

Investimento em infraestrutura e e-commerce

A infraestrutura da RD Station já suporta mais de 500 milhões de contatos, mas há um esforço contínuo para torná-la mais escalável e ágil. A recente expansão para o e-commerce reflete a aposta em soluções para pequenos lojistas e grandes varejistas, otimizando campanhas e gerenciando atendimentos de forma eficiente.

Outro foco é a criação de fluxos de trabalho multicanais que entreguem a mensagem certa, no momento ideal e pelo canal adequado. Essa abordagem busca integrar ainda mais os processos de comunicação e marketing, ampliando os resultados dos clientes.

Compromisso com a acessibilidade tecnológica

O CTO ressalta que o objetivo da RD Station é facilitar o crescimento das empresas, eliminando a necessidade de domínio técnico profundo por parte dos usuários. “Nosso foco está em ajudar empresas de todos os portes a crescerem, com a IA como uma aliada que, com o tempo, se tornará tão natural quanto enviar um e-mail ou fazer uma ligação,” conclui Ghisi.

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